("FUMUS BONI JÚRIS")

domingo, 19 de julho de 2009

ORDEM NO CONGRESSO






Quem fez, deveria ter assinado,é simplesmente genial !!!

Miserere nobis !!!


Senhor, tende piedade de nós!

Pelo projeto político do deputado Clodovil

Pelo "espetáculo do crescimento" que até hoje ninguém viu

Pelas explicações sucintas do ministro Gilberto Gil

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo jeitinho brejeiro da nossa juíza

Pelo perigo constante quando Lula improvisa

Pelas toneladas de botox da Dona Marisa

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Marcos Valério e o Banco Rural

Pela casa de praia do Sérgio Cabral

Pelo dia em que Lula usará o plural

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo nosso Delúbio e Valdomiro Diniz

Pelo "nunca antes nesse país"

Pelo povo brasileiro que acabou pedindo bis

Senhor, tende piedade de nós!

Pela Cicarelli na praia namorando sem vergonha

Pela Dilma Rousseff sempre tão risonha

Pelo Gabeira que jurou que não fuma mais maconha

Senhor, tende piedade de nós!

Pela importante missão do astronauta brasileiro

Pelos tempos que Lorenzetti era só marca de chuveiro

Pelo Freud que "não explica" a origem do dinheiro

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo casal Garotinho e sua cria

Pelos pijamas de seda do "nosso guia"

Pela desculpa de que "o presidente não sabia"

Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar

Pelo espírito pacato e conciliador do Itamar

Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar

Senhor, tende piedade de nós!

Pela "queima do arquivo" Celso Daniel

Pela compra do dossiê no quarto de hotel

Pelos "hermanos compañeros" Evo, Chaves e Fidel

Senhor, tende piedade de nós!

Pelas opiniões do prefeito César Maia

Pela turma de Ribeirão que caía na gandaia

Pela primeira dama catando conchinha na praia

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo escândalo na compra de ambulâncias da Planam

Pelos aplausos "roubados" do Kofi Annan

Pelo lindo amor do "sapo barbudo" por sua "rã"

Senhor, tende piedade de nós!

Pela Heloisa Helena nua em pêlo

Pela Jandira Feghali e seu cabelo

Pelo charme irresistível do Aldo Rebelo

Senhor, tende piedade de nós!

Pela greve de fome que engordou o Garotinho

Pela Denise Frossard de colar e terninho

Pelas aulas de subtração do professor Luizinho

Senhor, tende piedade de nós!

Pela volta triunfal do "caçador de marajás"

Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais

Pelo Galvão Bueno que ninguém agüenta mais

Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna farra dos nossos banqueiros

Pela quebra do sigilo do pobre caseiro

Pelo Jader Barbalho que virou "conselheiro"

Senhor, tende piedade de nós!

Pela máfia dos "vampiros" e "sanguessugas"

Pelas malas de dinheiro do Suassuna

Pelo Lula na praia com sua sunga

Senhor, tende piedade de nós!

Pelos "meninos aloprados" envolvidos na lambança

Pelo plenário do Congresso que virou pista de dança

Pelo compadre Okamotto que empresta sem cobrança

Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas

Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca

Pela mãe do presidente que nasceu analfabeta

Senhor, tende piedade de nós!

Pela invejável "cultura" da Adriana Galisteu

Pelo "picolé de xuxu" que esquentou e derreteu

Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu

Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna desculpa da "herança maldita"

Pelo "chefe" abusar da birita

Pelo novo penteado da companheira Benedita

Senhor, tende piedade de nós!

Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana

Pelo "compañero" Evo Morales que nos deu uma banana

Pela mulher do presidente que virou italiana

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo MST e pela volta da Sudene

Pelo filho do prefeito e pelo neto do ACM

Pelo político brasileiro que coloca a mão na "m"

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Ali Babá e sua quadrilha

Pelo Gushiken e sua cartilha

Pelo Zé Sarney e sua filha

Senhor, tende piedade de nós!

Pelas balas perdidas na Linha Amarela

Pela conta bancária do bispo Crivella

Pela cafetina de Brasília e sua clientela

Senhor, tende piedade de nós!

Pelo crescimento do PIB igual do Haití

Pelo Doutor Enéas e pela senhorita Suely

Pela décima plástica da Marta Suplicy

Senhor, tende piedade de nós!

Para que possamos ter muita paciência

Para que o povo perca a inocência

E proteste contra essa indecência

Senhor, dai-nos a paz!

sábado, 18 de julho de 2009


SILÊNCIO E LEIA !

Desabafo de um idoso, mas a redação da menina é muito interessante ........








'Estou velho.


Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto
de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens,
quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.

Estou velho.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas
para mim racista é quem julga os negros e índios incapazes de competir

com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode
servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para

privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se
passar por negros.

Estou muito velho
.
Não quero ouvir mais noticias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os

ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver.. Não quero saber de
crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha
jogada pela janela em plena flor de idade. Ou de meninos esquartejados

pelos pais por serem 'levados'..........

Meu coração não tem mais força
para sentir emoções. Sinto-me mais velho
que o Oscar Niemeyer.. Ele, velho como é, ainda acredita em comunismo,

coisa que deixou de existir há muito tempo.

Eu não acredito em nada.
Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro,

e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amado por minha
mulher e filhos.

Nada mais me comove...
Estou bem envelhecido.

E acabo de cometer mais um erro!

Descobri que ainda sou capaz de me comover e
de me emocionar. O patriotismo de uma jovem de
Joinville usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu.


Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal
de ensino. O título recomendado pela professora foi:

'Dai pão a quem tem fome'.
Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14
anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional
para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam

perceber o verdadeiro sentido de patriotismo.

Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e
uma lição a tantos
brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.


"
Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o
nosso
Brasil chorar:
O que houve, meu Brasil brasileiro?
Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante
sobre a América do Sul, respondeu
chorando, com suas lágrimas amazônicas:

Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...
Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era
mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.

Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado.
Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo
era a mãe gentil.

Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e
queimam, sem
nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho,

tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que

ousam roubar o verde louro de minha flâmula.

Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.
Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o
nosso país ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem

braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a
grandeza que a Pátria nos traz?

Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo

em seu berço esplêndido".


Mesmo que ela seja a ultima brasileira patriota, valeu a pena viver para ler o texto.

Por isso
estou dividindo com vocês.

De alguém que ainda ama muito o Brasil."

O "QUINTO DOS INFERNOS"







O "QUINTO DOS INFERNOS"


Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...

Para que? Para sustentar a corrupção, campanhas eleitorais, o PAC, o mensalão, o Senado e sua legião de "diretores", a festa das passagens, os cartões corporativos, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar no executivo, os salários de marajás, etc. etc. etc..

Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nelson Mandela


Vila de Nelson Mandela guarda costumes tribais da África do Sul


Nos 91 anos de Nelson Mandela, o caminho do líder e como a história começou.

RENATO RIBEIRO e EDU BERNARDES Mvezo, África do Sul



Uma pequena vila, berço de tradições tribais. Terra que viu crescer um homem e um sonho. O homem ganhou nome: Nelson Mandela. Ele sonhava algo até então impensável na África do Sul: igualdade.

Eram tempos brutais, de apartheid - a divisão entre negros e brancos. Tempos em que a cor da pele determinava destinos. Mas Mandela venceu. Uniu seu povo. Virou presidente, líder, símbolo da África do Sul.
De onde surge um líder?
Como é formado um herói?
O que fez de Nelson Mandela alguém tão especial?

Viajamos até o interior da África do Sul para conhecer a infância do homem que mudou a história de um país e de um povo. Viemos até a província do Cabo Ocidental. Um lugar rural, onde a globalização não parece ter chegado. Uma paisagem bem distante das grandes cidades. Aqui, a única riqueza é o que a natureza oferece.

Este é o berço de Mandela. Exatamente onde nasceu, com o nome de Rolihlahla, do clã dos Madiba. Rolihlahla significa “encrenqueiro, levado”. O pai dele era um líder tribal. Tinha quatro mulheres e 13 filhos.

Quando completou 7 anos, Mandela foi para escola. No primeiro dia de aula, ganhou um nome cristão, tradição na época. Assim, passou a ser chamado de Nelson.

No terreno bem ao lado de onde Mandela nasceu, vive, por coincidência, nosso guia nessa viagem. John Telakung tem 40 anos. Sua mulher, Monoperakot, 32. Vivem da agricultura e das gorjetas dos poucos turistas que vêm visitar o local.

O casal e os dois filhos se dividem em três ocas. Jamais tiveram televisão em casa. A energia elétrica chegou há seis anos. "Eu tenho muito orgulho de viver aqui. Porque Madiba nasceu aqui e fez as coisas que fez", disse ela.

Quando tinha 5 anos, Mandela mudou de vila. O pai perdeu uma disputa de poder tribal. Ele e a mãe se mudaram para Qunu, a 30 quilômetros. Em Qunu, ele cresceu brincando. Hoje, onde ele aprontava com os amigos, no alto de uma colina, há um pequeno museu em sua homenagem.

Aconselhada por amigos, a mãe resolveu colocar o pequeno Rolihlahla na escola. Mandela foi apresentado ao que mudaria seu destino depois: a Educação. Foi em uma pequena cabana que há 91 anos nasceu Nelson Mandela. É um lugar simples e rústico. Tanto tempo depois, a maioria das pessoas ainda vive em moradias assim.

Qunu tem até hoje a marca dos Mandela. Quando vem à vila, dorme em seu casarão. Bem próximo, fica o cemitério particular da família. Aqui estão enterrados os parentes de Madiba, incluindo dois de seus filhos.

Em frente ao cemitério, encontramos Morisse, de 78 anos, irmão de Mandela. Ele vive em uma casa simples e trabalha no campo. Um estilo de vida que parece parado no tempo: "Nunca imaginei que ele se tornaria alguém conhecido no mundo inteiro pela infância pobre que ele teve", nos contou Morisse, que não fala inglês. Fala apenas Xhosa, o segundo idioma mais falado na África do Sul.

Quando se tornou adolescente, Mandela mais uma vez mudou de vila. Ele se separou da mãe, que o deixou aos cuidados do líder da tribo de Mqhekezweni.

Até que quando tinha 18 anos, Mandela soube que o líder havia preparado um casamento para ele. Isso era comum entre os Xhosa. Mandela se desesperou. Não queria casar naquele momento. Tinha um sonho. Terminar os estudos para chegar à universidade e ser advogado.

Não teve dúvidas. Pegou um trem às escondidas e seguiu para Joanesburgo, a grande metrópole. O resto da história o mundo conhece. Ele conseguiu se formar. Como advogado, iniciou a luta contra o apartheid. Foi morar em Soweto e virou símbolo do bairro.

Foi exilado, participou da luta armada até ser preso. Foram 27 anos na prisão. Atrás das grades, negociou com paciência o fim do regime de segregação racial. Com o diálogo, fez uma revolução sem armas. Foi libertado em 1990 e, quatro anos depois, eleito o primeiro presidente negro da África do Sul.

Prêmio Nobel da Paz, um dos maiores personagens do século 20, Mandela sempre carregou com ele suas raízes. A paz de Mvezo. A simplicidade de Qunu. Os valores de seu clã, que só aumentou. Ele tem seis filhos, 23 netos, três bisnetos e um país inteiro como herança. Seu legado.

Esta é a história das origens de Nelson Rolihlahla Mandela. Para os sul-africanos, simplesmente, Madiba. O pai de todos.

No aniversário de Nelson Mandela, os repórteres Renato Ribeiro e Edu Bernardes foram até atrás das raízes do líder africano. Leia o depoimento de Renato Ribeiro sobre a viagem e a família de Mandela.

Mvezo e Qunu são vilas paradas no tempo. Para chegar lá, pegamos um voo de uma hora e meia de Joanesburgo até Umtata, na província do Cabo Ocidental - antiga República do Transkei. De lá, mais uma hora de carro. Primeiro, asfalto. Depois, terra, pedra. Em Mvezo, o celular pega mal, as ocas não têm televisão. A energia elétrica chegou há poucos anos. A natureza ainda é soberana. Rio, montanhas, animais, exatamente como Nelson Mandela descreve em sua biografia - “Long walk to freedom”.

Nesses lugares, a sociedade ainda é tribal. Há um chefe. Em Mvezo, o líder é Mandla Mandela, neto de Mandela. Mesmo nascido longe do berço do clã dos Madiba, ele decidiu ir em busca das origens. Há três anos, foi para lá e, naturalmente, com o sobrenome que carrega, tornou-se o chefe tribal. Quando fomos lá, ele não estava. É deputado federal e tinha compromissos no Parlamento, na Cidade do Cabo. Mandla segue os passos políticos do avô.

Conhecendo onde Madiba passou a infância e a adolescência é possível entender muito de sua essência: a simplicidade, a paz de espírito que ele passa. Nesses quase cinco meses morando na África do Sul, eu e o repórter cinematográfico Edu Bernardes tivemos a chance de ver Mandela três vezes. Podemos garantir que o simples olhar dele é diferente. Um homem raro. Um dos maiores personagens do século passado. Para os sul-africanos, um santo vivo.

Deixo o último parágrafo da biografia desse herói, no sentido literário da palavra: “Caminhei muito aqui. Mas ao olhar para trás e ver o quanto percorri, logo percebi que posso admirar isso por apenas alguns instantes. Há muito a ser feito. Olho para a frente e vejo o quanto ainda temos o que andar nesse longo caminho para a liberdade”.

Por Renato Ribeiro


Vista panorâmica da vila Qunu, local onde Mandela nasceu

a maioria das cabanas na vila de Qunu possui essa arquitetura

Tradição Xhosa mantida em pleno século 21: a maioria das cabanas na vila de Qunu possui essa arquitetura

Tradição Xhosa mantida em Qunu

Tradição Xhosa mantida em Qunu

as curandeiras pintam o rosto de branco

Reunião feminina dentro de uma das cabanas: as curandeiras pintam o rosto de branco

Pastoril de ovelhas é muito comum na região de Qunu

Pastoril de ovelhas é muito comum na região de Qunu

Morisse, de 78 anos, trabalha no campo

Morisse, de 78 anos, trabalha no campo

Irmão de Nelson Mandela

Irmão de Nelson Mandela


Meus amigos este é o meu resumo:

RESPEITO

"O respeito mútuo é a primeira condição de toda luta intelectual pela verdade, pela honra, pelo dever e pela pátria." (Rui Barbosa).

O respeito baseia-se na educação do espírito e na formação de um homem de caráter rijo e despido de preconceitos. Traduz-se na consideração e na atenção e deve-se rendê-lo não apenas aos superiores, mas, também a toda humanidade.

É próprio do homem forte, do homem dotado de caráter e de altivez moral. Une os seres honanos, fazendo da coletividade uma força harmoniosa que se transforma em couraça impenetrável aos aríetes da indisciplina, esta chaga que solapa as bases da humanidde.

Mais 522 PMs nas ruas.

Reforço

Rio tem mais 522 PMs nas ruas a partir desta sexta-feira

RIO - O comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, disse nesta quinta-feira que já superou suas expectativas ao conseguir, em setores administrativos da PM, 1.568 policiais para reforçar o patrulhamento ostensivo que, segundo ele, será percebido pela população em até duas semanas. Um terço deste efetivo (522 policiais, distribuídos em vários batalhões e de acordo com uma escala de serviço) estará nas ruas a partir desta sexta-feira.

- Imediatamente, teremos mais 522 policiais e parte desse grupo já estará nas ruas amanhã (sexta-feira). O restante, a população somente vai sentir em, no máximo, duas semanas, já que os policiais passarão por uma reciclagem. O patrulhamento será dividido entre homens a pé e em radiopatrulhas - disse o coronel.

Outra medida tomada por ele para conseguir aumentar o policiamento nas ruas foi o fechamento de 22 postos em favelas, entre elas Rocinha e Mangueira. Entre os bairros beneficiados está a Tijuca, onde o número de crimes vem aumentando, segundo a PM:

PMs reformados poderão voltar à ativa

Uma terceira estratégia para aumentar o efetivo nas ruas já está sendo estudada pelo novo comandante da PM, que pretende levar de volta à ativa os policiais que queiram trabalhar como voluntários. Ele pensou nessa alternativa depois que alguns militares jovens que foram reformados pediram para voltar para a corporação. Se a lei permitir, essa seria, segundo ele, uma alternativa até que outros concursos sejam feitos:

- Seria uma forma de reabrir os quartéis para essas pessoas. Muitos foram para casa jovens e estão deprimidos, querendo trabalhar. Se a lei e o estatuto da PM permitirem, teremos um plano de reaproveitamento de voluntários. Não vou convocar ninguém obrigatoriamente.

domingo, 12 de julho de 2009

Carta para a Igreja e aos Cidadãos

Paz! Meu querido e novo amigo irmão, pastor Cerqueira, fiquei muito feliz pelo convite ontem, todavia, por circunstâncias fortuitas fui impedido de comparecer. Entretanto, quero que saibas que seria uma honra compor a tribuna com o amado pastor. Quando pronúncio "AMADO" não é demagogia, é sentimento recíproco de RESPEITO, pois, o respeito é um dever moral necessário a convivência harmoniosa de qualquer coletividade. Juntamente com a obediência e outras virtudes, encontra as suas primeiras manifestações no âmbito da família e projeta-se no seio da sociedade para se constituir em um dever de todo cidadão.
No entanto, com essa nova amizade, começo a mudar o conceito sócial que tinha com base na famosa trova de Rui Barbosa:

"Há tantos burros mandando
em homens de inteligência,
que às vezes fico pensando
que a burrice é uma ciência".

Permita-me o desabafo, mas, temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde os talentosos não conseguem passar. Na verdade meu irmão, em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, que nos impede de avançar, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis `as legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar. Eles conhecem bem suas limitações, sabe como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender.
É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos que conviver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida. Na visão cicular meu amado, acho sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues:
"finge-te de idiota e terás o céu e terra".
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar. Que Deus nos proteja.
Contudo, venho ressaltar mais uma vez a satisfação de conhecer o amado irmão e o seu ministério "Igreja Evangélica o 4º Homem da fornalha". Que a nossa aliança seja abençoada por Deus! pois, nós estamos na palavra de Deus, em especial no SL 119. 116.

Atenciosamente.
Pb. Sebastião Fernandes


Pr. Cerqueira


SEDE ADMINISTRATIVA NO RECREIO DOS BANDEIRANTES - RJ





NOSSA CONGREGAÇÃO EM VILAR DO TELES-RJ


Palavras do Pastor:
No dia 18 de novembro de 2008 iniciamos os nossos cultos em nossa filial em Vilar dos Teles. O Pastor Marcelo Cerqueira abriu o culto e abençoou em o nome de Jesus nos linkando direto no seu programa de rádio ao vivo onde pudemos abençoar várias outras vidas. Na primeira foto o pastor presidente.

sábado, 11 de julho de 2009

Capa do Livro


Comandante da PM se reúne com cabos e soldados no Quartel General
10/07/2009 - 15h09
Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Mário Sergio de Brito Duarte, realizou na manhã desta sexta-feira (10/07), sua primeira reunião com cabos e soldados, representantes deste circulo hierárquico dos batalhões da capital. O coronel Maário Sergio fez reunião semelhante ontem com os comandantes de unidades operacionais com objetivo de passar a sua filosofia de comando.

O Comandante pediu respeito mútuo entre os policiais que lidam diretamente com a população, seja protegendo o cidadão de bem ou enfrentando o crime em confrontos. Ele falou da modernização que pretende fazer na PM e sobre seu objetivo maior que é enxugar o serviço administrativo, colocando mais policiais nas ruas.

Outra questão abordada foi a saúde de cabos e soldados e de seus familiares. O coronel vai reestruturar o sistema de atendimento de saúde nas unidades médicas e para isso vai se reunir em breve com os diretores de hospitais e policlínicas da corporação.

No encontro o Comandante disse que vai rever a Lei de Promoção de cabos e soldados e vai prestigiar os soldados que estejam estudando. No entanto a promoção por tempo de serviço será mantida.

Participaram da reunião o Chefe Operacional coronel Álvaro Garcia, o chefe do Estado Maior Administrativo coronel Carlos Millan e o Chefe de Gabinete Carlos Eduardo Milagres.